Em Portugal há um princípio genérico na lei sobre a protecção dos denunciantes, mas depois “na prática não se traduz em nada”. Como exemplo, referiu, que o cidadão que apresenta uma queixa não sabe a quem se dirigir para pedir protecção e quem é o responsável por fiscalizar. “As pessoas sentem medo de serem isolados no seu local de trabalho, têm medo de repressões e represálias. Apesar de querem mais do que há anos fazer denúncias, têm algum receio em as fazer”, afirmou, defendendo “ajustes na lei no sentido de alargar os princípios de protecção”. Fonte: Público