Objetivos

O projeto GestãoTransparente.Org – Guia prático de gestão de riscos de corrupção nas organizações parte da premissa de que as organizações com práticas transparentes, éticas e íntegras se tornam mais atrativas ao investimento e ao relacionamento com os seus interlocutores e com a comunidade em geral. Por conseguinte, ao promover e desenvolver estratégias anticorrupção coerentemente pensadas, delineadas e implementadas que permitam uma melhor deteção, gestão e mitigação dos riscos de corrupção a que estão expostas, as empresas e outras entidades poderão, num médio-longo prazo, ganhar vantagens competitivas no mercado e nos ambientes em que desenvolvem as suas atividades, promovendo ainda uma maior confiança interna e uma boa reputação externa.

Surgindo de uma colaboração proativa de um grupo de entidades empresariais portuguesas de diversos setores de atividade (ANA, CARRIS, CP, CEIIA, EDP, EPAL, INTELI, ISTEC, METRO, MICROSOFT, MTS, REN, SIEMENS), este projeto tem como objetivo sensibilizar o próprio setor empresarial e a sociedade civil em geral para os problemas associados ao fenómeno da corrupção, assim como para as vantagens advenientes de uma identificação prévia dos seus riscos e implementação de políticas e ações internas e externas de promoção da transparência e combate à corrupção.

Objetivos Gerais:

  • Desenvolver uma iniciativa colaborativa de prevenção da corrupção e promoção da transparência;
  • Promover a partilha de valores de integridade, responsabilidade e transparência.

Objetivos Específicos:

  • Identificar e caraterizar as principais medidas organizacionais de prevenção de riscos de corrupção;
  • Desenvolver um instrumento prático de gestão para apoiar as empresas a definir e implementar medidas de prevenção da corrupção e de promoção da transparência;
  • Disponibilizar um instrumento interativo e de linguagem acessível às empresas e ao público em geral, através do website.

Abordagem:

  • O desenvolvimento deste projeto assentou numa abordagem colaborativa e multissetorial, que contou com a participação e envolvimento de organizações empresariais públicas e privadas, representantes da Academia e do Estado.

    Neste sentido, as entidades envolvidas assumiram papéis distintos e complementares:

    Parceiros e Colaboradores: Grupo de trabalho constituído por entidades das áreas da energia, transportes, telecomunicações, serviços, ensino superior, inovação e tecnologia, responsável pela conceção, planeamento e operacionalização do projeto.

    Observadores: Equipa formada pelo Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC), Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) e Universidade do Minho (UM), que assumiu a incumbência de validar os conteúdos e metodologias. Esta equipa permitiu a assessoria ao grupo de trabalho ao longo do desenvolvimento do projeto e reforçou a legitimidade dos seus resultados.